Atitudes e o prazer/sofrimento no trabalho em saúde mental
RESUMO Objetivo: investigar a existência de relação entre os perfis atitudinais e a dinâmica prazer/sofrimento em trabalhadores de Serviços de Saúde Mental. Método: estudo quantitativo, descritivo-analítico, correlacional e transversal, realizado em 2014. Foram utilizados três instrumentos: questionário de caracterização, Escala de Opiniões sobre a Doença Mental e Escala de Indicadores de Prazer e Sofrimento no Trabalho, respondidos por 80 trabalhadores da Rede de Atenção Psicossocial de Alfenas-MG. Resultados: Autoritarismo revelou-se o perfil predominante. Quanto ao prazer/sofrimento no trabalho, a Gratificação foi considerada satisfatória, e os indicadores Liberdade, Desgaste e Insegurança, moderados críticos. Houve correlações positivas entre as atitudes mais favoráveis e os indicadores de prazer no trabalho. Os valores de ambas as escalas mostraram relações com variáveis sociodemográficas e profissionais. Conclusão: as atitudes menos favoráveis são predominantes e, apesar do sofrimento presente, esses profissionais sentem-se gratificados em relação ao trabalho.
Main Authors: | , , , |
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Format: | Digital revista |
Language: | Portuguese |
Published: |
Associação Brasileira de Enfermagem
2016
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Online Access: | http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672016000200266 |
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Summary: | RESUMO Objetivo: investigar a existência de relação entre os perfis atitudinais e a dinâmica prazer/sofrimento em trabalhadores de Serviços de Saúde Mental. Método: estudo quantitativo, descritivo-analítico, correlacional e transversal, realizado em 2014. Foram utilizados três instrumentos: questionário de caracterização, Escala de Opiniões sobre a Doença Mental e Escala de Indicadores de Prazer e Sofrimento no Trabalho, respondidos por 80 trabalhadores da Rede de Atenção Psicossocial de Alfenas-MG. Resultados: Autoritarismo revelou-se o perfil predominante. Quanto ao prazer/sofrimento no trabalho, a Gratificação foi considerada satisfatória, e os indicadores Liberdade, Desgaste e Insegurança, moderados críticos. Houve correlações positivas entre as atitudes mais favoráveis e os indicadores de prazer no trabalho. Os valores de ambas as escalas mostraram relações com variáveis sociodemográficas e profissionais. Conclusão: as atitudes menos favoráveis são predominantes e, apesar do sofrimento presente, esses profissionais sentem-se gratificados em relação ao trabalho. |
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