Compostos fenólicos em uva Syrah em diferentes sistemas de condução e porta-enxertos: 5º ciclo produtivo.
O objetivo deste estudo foi caracterizar os teores de compostos de grupos fenólicos na uva Syrah cultivada sob diferentes sistemas de condução e porta-enxertos, em quinto ciclo produtivo, no Submédio do Vale do São Francisco. Os tratamentos corresponderam a sistemas de condução (espaldeira e lira) e porta-enxertos (IAC 313, IAC 572, IAC 766, SO4, Paulsen 1103 e Harmony), em delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos estavam dispostos em parcelas subdivididas, sendo os sistemas de condução distribuídos nas parcelas e os porta-enxertos nas subparcelas. No ciclo avaliado, os teores dos compostos de diferentes grupos fenólicos foram dependentes da associação sistema de condução e porta-enxerto. Apenas para os taninos dímeros e poliméricos os teores são comuns para ambos os sistemas de condução, sendo determinados pelo porta-enxerto. A associação da espaldeira aos porta-enxertos SO4 ou Paulsen 1103 incrementou os teores de polifenois extraíveis totais enquanto o uso de Harmony em espaldeira e IAC 313 em lira resultaram em maiores teores de antocianinas e flavonoides amarelos na casca.
Main Authors: | , |
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Other Authors: | |
Format: | Parte de livro biblioteca |
Language: | pt_BR por |
Published: |
2017-06-21
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Subjects: | Variedade Syrah, Propagação, Vale do São Francisco, Porta-enxerto, Vitivinicultura tropical., Uva, Composto fenólico, Qualidade, Vitis Vinifera., Grapes, |
Online Access: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1071192 |
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Summary: | O objetivo deste estudo foi caracterizar os teores de compostos de grupos fenólicos na uva Syrah cultivada sob diferentes sistemas de condução e porta-enxertos, em quinto ciclo produtivo, no Submédio do Vale do São Francisco. Os tratamentos corresponderam a sistemas de condução (espaldeira e lira) e porta-enxertos (IAC 313, IAC 572, IAC 766, SO4, Paulsen 1103 e Harmony), em delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos estavam dispostos em parcelas subdivididas, sendo os sistemas de condução distribuídos nas parcelas e os porta-enxertos nas subparcelas. No ciclo avaliado, os teores dos compostos de diferentes grupos fenólicos foram dependentes da associação sistema de condução e porta-enxerto. Apenas para os taninos dímeros e poliméricos os teores são comuns para ambos os sistemas de condução, sendo determinados pelo porta-enxerto. A associação da espaldeira aos porta-enxertos SO4 ou Paulsen 1103 incrementou os teores de polifenois extraíveis totais enquanto o uso de Harmony em espaldeira e IAC 313 em lira resultaram em maiores teores de antocianinas e flavonoides amarelos na casca. |
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